O chá de barbatimão é uma infusão muito famosa entre os brasileiros e sempre é indicada para tratar desde problemas na pele até má digestão. Porém, mesmo sendo benéfica, há pessoas que precisam ter atenção e não exagerar no chá.
Vamos entender tudo a seguir!
Origem do chá de barbatimão
O barbatimão é extraído da casca da árvore Stryphnodendron adstringens, nativa do Cerrado brasileiro, como Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e São Paulo. A sua aparência tem flores e pequenas folhas com o tom amarelo, além de sementes nos frutos com forma de vagem.
As suas propriedades medicinais são reconhecidas há séculos pela medicina indígena no tratamento de feridas, infecções e problemas gastrointestinais.
Benefícios do chá de barbatimão
Você já viu que o chá de barbatimão é bem versátil nos benefícios, não é mesmo? Entenda melhor:
- Ação cicatrizante e anti-inflamatória: tem capacidade de acelerar a cicatrização de feridas e queimaduras, além de reduzir inflamações na pele e mucosas.
- Propriedades antimicrobianas: o chá de barbatimão possui ação contra bactérias e fungos, ajudando no combate a infecções urinárias, candidíase, entre outras.
- Alívio de cólicas e dores musculares: graças à sua ação anti-inflamatória, o chá ajuda a aliviar cólicas menstruais e dores musculares.
- Auxílio no controle da diabetes: o barbatimão pode ajudar a regular os níveis de glicose no sangue, auxiliando no controle do diabetes.
- Tratamento de problemas ginecológicos: o chá de barbatimão pode tratar infecções ginecológicas, corrimentos e inflamações no útero, com o acompanhamento de um profissional de saúde.
Como consumir
Para preparar o chá de barbatimão, siga esta receita:
Ingredientes:
1 colher de sopa de casca de barbatimãoe 500 ml de água.
Modo de preparo:
- Ferva a água e adicione a casca de barbatimão.
- Deixe ferver por aproximadamente 10 minutos.
- Desligue o fogo, tampe e deixe descansar por mais 10 minutos.
- Coe e consuma morno ou frio.
O ideal é consumir no máximo 2 xícaras ao dia, por períodos curtos. Porém, algumas pessoas pessoas devem evitar o consumo:
- Gestantes e lactantes, pois há risco de causar contrações uterinas.
- Pessoas com problemas gástricos, devido ao alto teor de taninos.
- O consumo excessivo pode levar a efeitos colaterais como irritação gastrointestinal e intoxicação hepática.
- Indivíduos com pressão baixa, pois pode reduzir ainda mais a pressão arterial.

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